Em meio à pandemia, governador Waldez demite profissionais da saúde contratados em caráter emergencial e temporário e transfere o Centro de Atendimento Covid 1 à organização social IBGH, de Goiás.
Os profissionais tiveram os contratos com o governo interrompidos, podem trabalhar para a empresa, mas com jornada de trabalho 50% maior e salário reduzido cortado pela metade.
Isto é, o governo reduz o salário dos trabalhadores para assegurar o lucro da empresa escolhida. Nessas condições – somada a entrada de profissionais sem experiência – muitos dos que haviam aceitado o contrato temporário não voltaram ao trabalho.
A denúncia é dos trabalhadores em saúde. Eles também denunciam o alto índice de óbitos de pacientes entubados.
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