Professor diz que é possível vereadores reclamarem direito de moradores em obras do governo em Macapá

O professor Caio Isacksson é um jovem docente da rede estadual do Amapá. Ele, assim como muitos outros nomes a vereanças tem dado o que falar nas redes sociais. Mas, ao que parece, a agenda do famoso “Caião”, é repleta de pautas pontuais que são abertas a toda à população de Macapá.

O professor afirma que é possível, sim, um vereador cobrar coisas do governo, pois as ações do governo interferem em todo o bem estar de um município.

“As pessoas não acreditam que os vereadores possam exigir coisas do governo estadual, porque os atuais ‘representantes’ não conseguem cobrar, nem mesmo sequer, a prefeitura da capital. Venho pra mostrar que esse legislativo está errado e que o Macapaense pode ter voz sim!”, completou o professor.

Professor Caio falou sobre falta de transparência na obra de mobilidade da Zona Sul

De acordo com ele, que começou um diário de pautas para discutir com o povo ainda na quinta-feira, 13, locais como as obras de mobilidade urbana na Zona Sul, acesso da Rodovia na Lagoa dos Índios e Rodovia Norte Sul, são exemplos claros de que a população deve ficar em cima dos gastos, vigilante e atuante.

“O asfalto da Lagoa dos Índios não tem nem 4 meses e já tem remendos e calombos, Claudomiro de Moraes não tem nenhuma placa informativa e nem prazo, tá só um caos, e a Norte Sul virou uma lixeira viciada. Alguém deve estar em cima do poder público pedindo os relatórios e prazos. Casa bagunçada é vergonha própria e vergonha alheia, eu quero arrumar isso”, detalhou.

Isacksson denunciou estado da ‘lixeira viciada’ que se tornou a Norte Sul

Isacksson contou por onde andou, moradores pediram ajuda e que isso certamente o motivou a tentar mudar as coisas na cidade. Com um espírito coletivo, Caião falou que pretende compartilhar um projeto de Macapá melhor com todos aqueles que aceitarem contribuir para o avanço.
Gestão compartilhada, transparência e controle social são suas bandeiras e o seu mantra é: Venceremos! O professor acredita que pontuando temas e avançando nas discussões com todos os envolvidos, moradores e políticos, é possível mudar!

Redação: Coletivo MIB
Fotos: Coletivo MIB

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